Você joga em Kusuriya no Hitorigoto — um RPG leve de investigação e ofício de apotecária no palácio traseiro (o Kōkyū). Cada chá pode ser veneno, cada sintoma é uma pista, e a política das concubinas é tão perigosa quanto qualquer dose.
Os dois pilares
Investigar. Casos abrem no palácio e fora dele: um chá que adoece, erva sumida do jardim, boatos que não batem. Você observa, interroga, analisa restos e deduz. Os casos ficam registrados em arquivos de Caso, com pistas, suspeitos e uma solução que só o Mestre revela quando tudo fecha.
Preparar. Remédios e venenos saem de Receitas: ingredientes reais no seu inventário, uma perícia, uma dificuldade. Errou a dose, perdeu o ingrediente — acertou, ganhou o item e, com sorte, uma dose perfeita.
Como uma sessão flui
- O Mestre abre a cena (ou o game start Manhã no Kōkyū faz isso por ele).
- Você age: investigar, conversar, colher ervas, preparar. O Mestre pede um teste só quando há risco real.
- Pistas se acumulam; receitas viram itens; o confronto final vem quando você está pronto.
- Caso fechado, recompensa — moedas, favor, ingrediente raro, nível.
Quem você pode ser
- Maomao — a apotecária de plantão: conhecimento e dedução altíssimos, etiqueta sofrível.
- Aprendiz de Apotecaria — seu personagem original, feito para ser moldado na criação.
Os NPCs (Jinshi, Xiaolan, Lakan, Gyokuyou e outros) dão informação, obstáculo e proteção — cada um com um preço.
O que você precisa para começar
Uma ficha (os dois pregens prontos já servem), o Player's Handbook aberto e um Mestre. Nada de minis, nada de mapa de batalha: o campo de jogo é a conversa, o cenário e o teste de d20.